Você gosta de enfeites de Natal para fazer bonito na decoração?


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Logo no início de dezembro já é possível ver casas, prédios, ruas e estabelecimentos comerciais decorados para o Natal. Criatividade não falta para fazer a ornamentação. Entretanto, muita gente com o objetivo de fazer um cenário bonito e inovador, esquece a questão da segurança. Sendo assim, reunimos algumas orientações importantes para quem já está com a casa enfeitada conferir se está resguardado de possíveis riscos e para quem ainda vai às compras fazer escolhas mais seguras.

Árvore de Natal:

Para entrar no clima natalino, normalmente, começamos pela escolha da Árvore de Natal. Na compra de uma árvore artificial é importante verificar se o produto possui a etiqueta “resistente ao fogo”. Isso indica que, se o produto for exposto à situação de risco de incêndio, ele é menos vulnerável.

Além disso, a posição da árvore de Natal dentro das casas também deve ser pensada. É recomendável que seja posicionada longe de cortinas, para que, em caso de curto-circuito, elas não propaguem o fogo, e afastada de fontes de calor como lareiras, fogão, radiadores e aquecedores. Certifique-se de que ela não esteja bloqueando a janela ou porta e que permita a livre circulação das pessoas.

Enfeites de Natal:

Ao enfeitar as Árvores de Natal e decorar os diversos ambientes, o pisca-pisca possui um destaque especial. No Brasil as luminárias natalinas são regulamentadas pela Portaria Inmetro Nº27/00. Como não são certificadas, não há o “selo do Inmetro” nesses produtos, mas eles devem atender aos requisitos obrigatórios. Assim, as informações obrigatórias na embalagem são: tensão em Volts e corrente em Ampères; indicação da potência máxima do conjunto; nome, marca ou logomarca do fabricante ou importador. As informações devem estar em português.

É importante ressaltar que esses produtos não podem apresentar material ferroso no condutor e que os plugues devem atender ao padrão brasileiro (com pinos de 4 mm). No momento da compra o consumidor também pode fazer um teste simples nos pisca-piscas. Basta passar um ímã sobre o produto. Se ele fixar na peça é sinal de que há material ferroso, o que é proibido, pois pode causar curto-circuito e, consequentemente, risco de incêndio. É importante adquirir tais produtos em estabelecimentos formais e sempre exigir a Nota Fiscal ao final da compra.

Vale lembrar que manter o pisca-pisca ligado tem impacto na conta de luz no fim do mês. Sendo assim, comparar as informações sobre sua potência elétrica na embalagem dos produtos pode gerar uma boa economia. Essa informação é dada em Watts (W). Quanto maior for a potência, maior será o consumo de energia elétrica.

Essas luminárias podem parecer inofensivas por sua beleza, mas se combinadas com outros fatores pode fazer grande estrago. O risco de acidente existe e por isso a importância de saber usar o produto corretamente. Um exemplo é o uso do produto em local próximo de água ou até mesmo umidade. A água é condutora de energia e em contato com as lampadazinhas podem levar a eletricidade ao corpo humano causando o choque elétrico que, em alguns casos, pode ser fatal.

Dessa forma, se você for decorar ambiente externo ou usar Árvores de Natal naturais – que precisam ser regadas – fique atento, pois já existe no mercado produtos destinados a esse uso como os pisca-piscas com led (Light Emitting Diode), tecnologia que substitui a lâmpada tradicional, dando mais efeito luminoso. Os pisca-piscas externos geralmente estão dentro de mangueiras plásticas para evitar contato com elementos que podem causar acidentes.

Ao se trocar uma mini lâmpada deve-se ter atenção para utilizar lâmpadas de mesma voltagem, por exemplo, lâmpadas de 3 volts devem ser substituídas somente por lâmpadas de 3 volts e lâmpadas de 12 volts só podem ser repostas por lâmpadas de 12 volts. Esse cuidado é importante para evitar o risco de superaquecimento e possibilidade de fogo.

Jogos de lâmpadas que queimam rapidamente ou que apresentam sinais de fusão nas lâmpadas são indicativos de produto defeituoso ou de lâmpadas não apropriadas. Esses jogos não devem ser utilizados.

Ao decorar uma árvore em casas com crianças pequenas, tenha especial cuidado para evitar enfeites afiados, pesados, ou possíveis de quebrar. Mantenha enfeites com pequenas partes removíveis fora do alcance de crianças que podem engolir ou inalar pedaços pequenos. Recomenda-se evitar também enfeites que lembram doces ou alimentos que podem seduzir uma criança a comê-los.

Aplicativos e sites que podem te ajudar na hora de fazer compras


 

Colaboração: Luiz Carlos Rodrigues – Estagiário do Portal.


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Sem dúvida, a possibilidade de acessar a internet de qualquer  lugar via telefone/ Smartphone se tornou indispensável no dia a dia das pessoas, facilitando inúmeras atividades como, por exemplo, fazer compras. Para apoiar os consumidores nesse período de festas de final de ano, reunimos os principais aplicativos e sites que podem ajudar a tomar decisões mais fundamentas na hora da compra e, em caso de problemas, apoiar no pós-compra.

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O Aplicativo, que está disponível para plataformas Android e IOS, permite que o consumidor reclame do fornecedor, envie fotos, pesquise sobre a reputação da empresa, leia o que os outros consumidores falam sobre os fornecedores, veja as reclamações, saiba como elas são atendidas e quais os índices de solução das empresas em tempo real. Em caso de reclamação, a empresa terá um tempo para entrar em contato e tentar resolver o problema. Disponível para Andoide e  iPhone.

proconappNem todos os Procons fazem atendimento online. Entretanto, alguns estão oferecendo aos consumidores a possibilidade de fazer reclamação via internet e/ou telefone, além de disponibilizar  um aplicativo que possibilita o consumidor obter informações sobre seus direitos e deveres em tempo real,  acessar o mural de reclamações e mais. Atualmente, os Procon Carioca, Meu Procon-RJ, Procon Cuiabá  dispõem de app.

No site do Procon-SP há uma lista de sites que devem ser evitados, atualizados periodicamente. Antes de qualquer fechar qualquer compra online,  vale  consultar a lista.

 

meatende“Me Atende” tem por objetivo facilitar o relacionamento entre consumidores e empresas.  O aplicativo gratuito, permite que o cliente solicite o contato da companhia com a qual precisa falar e receba o retorno dela sem precisar passar por filas de espera e arcar com qualquer custo de ligação telefônica. Compatível com os sistemas operacionais iOS e Android.

 

cdcappO aplicativo do CDC é um excelente instrumento para quando estiver em uma loja comprando algum produto ou serviço  e tiver dúvida sobre seu direito ou dever. Por meio de um mecanismo de  busca por palavra-chave, você poderá, de qualquer lugar, encontrar a parte da lei referente ao problema que precisa resolver. Disponível para Android, IOS, e Windows Phone.

modalivreO aplicativo Moda Livre  informa as medidas que as marcas – as principais varejistas de roupas do país e empresas que já foram flagradas pelos fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) – vêm tomando para evitar que as peças vendidas em suas lojas sejam produzidas por mão de obra escrava.  Todas as companhias foram convidadas a responder um questionário e, com base nas respostas, receberam uma pontuação que as classifica em três categorias de cores – verde,  amarelo e vermelho –, de acordo com sua conduta. Aquelas que não responderam foram automaticamente incluídas na categoria vermelha.  Disponível na loja da Apple e no Google Play e roda nos sistemas operacionais iOs 5+ e Android 4+.

 

consumidorgovO Consumidor.gov.br é  um novo serviço público para solução de conflitos de consumo por meio da internet desenvolvido pela Secretaria Nacional do Consumidor – Senacon, do Ministério da Justiça, e monitorado conjuntamente pelos PROCONs e demais órgãos do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor. O site permite a interlocução direta entre consumidores e empresas.

É permitida a reprodução parcial ou total deste material desde que citada a fonte.

Inmetro analisa 12 marcas de apontadores a laser


Os ensaios avaliaram a potência de radiação emitida, o comprimento de onda e a rotulagem do produto. Uma em cada quatro amostras apresentou uma radiação superior ao estabelecido pela norma e metade dos produtos analisados não tinha as informações necessárias na embalagem, expondo a saúde e a segurança da sociedade aos riscos que o produto pode oferecer.

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O uso do produto

Amplamente utilizados em apresentações, para chamar a atenção ou em slides ou em projeções, os apontadores a laser, também conhecidos como “laser pointers” ou “canetas a laser”, têm um feixe de luz vermelha e, além de sua finalidade principal, podem agregar outras funções, podendo ainda ser usados como pen-drive, dispositivo para passar slides em apresentações, caneta esferográfica e lanterna. Além disso, é possível encontrar apontadores para uso em espetáculos de luzes, nas cores amarela, azul, violeta e verde.

Os lasers produzem um feixe de luz intenso e altamente direcionado. O corpo humano é vulnerável a certos lasers, que podem gerar danos à pele e, principalmente, aos olhos, que são mais sensíveis à exposição. Por essa razão, os apontadores a laser não devem ser apontados para os olhos de alguém.

Mais recentemente, também tem sido comum o mau uso dos lasers, como em estádios de futebol, quando torcedores apontam o feixe de luz na direção dos olhos dos jogadores do time adversário, em particular os goleiros, e contra aeronaves.  Em ambos os casos, ainda que os lasers sejam de alta potência, quando apontados para alvos a longas distâncias, a sua intensidade é reduzida, porém provocam o ofuscamento da visão.

 De acordo com dados do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), em 2013, foram 1763 registros de ocorrências com laser em aeroportos, e no 1º semestre de 2014, 638. Essa atitude tem sido tão frequente, que passou a ser considerada criminosa, e passível de ser enquadrada no Código Penal Brasileiro.

Diante desse cenário, o Inmetro optou por analisar os apontadores a laser, de feixe vermelho ou verde, no que tange aos seus requisitos de segurança e sua rotulagem e buscando prestar esclarecimentos ao consumidor, sobre os riscos envolvidos na utilização inadequada.

Resumo dos Resultados:

Foram analisadas as seguintes marcas: Multilaser, ForceLine, Targus, Logitech , Kensington, XConcept, Key Ring, Comtac, Feel Eectronics e JDRay (laser verde). Cabe destacar que dois apontadores a laser não tinham identificação de marca.

O primeiro ensaio mediu o comprimento de onda dos apontadores, que determina a maior ou a menor penetração do laser no tecido humano, quanto maior for o comprimento de onda, mais profunda é a penetração e vice-versa. Em seguida, foi verificada a potência óptica que, assim como as lâmpadas residenciais,é identificada em “watt”. Para ser considerado “Conforme” o produto poderia apresentar uma potência menor ou igual a 5 mW na faixa espectral  (comprimento de onda)  de 400 nm a 700nm.

Das 12 marcas analisadas, 3 foram consideradas Não Conformes; são elas: Comtac, Feel Eletronics e JDRay (laser verde). Estas três marcas apresentaram potência maior que 5 mW e, além disso, a marca  JDRay apresentou comprimento de onda maior 700 nm. Cabe ainda destacar que esta marca teve um resultado muito acima do máximo permitido, apresentando uma emissão de potência óptica total de 48,6 mW.

A análise da rotulagem verificou se havia informações no produto identificando o nome do fabricante, o limite superior de potência e o comprimento de onda emitido – comparandose os valores declarados correspondiam aos obtidos no ensaio -,a classificação e orientações quanto ao uso seguro.Ademais, os produtos das Classes 2, 2M, 3R, 3B e 4deveriam ter uma etiqueta de aviso de perigo e, os que apresentassem emissões fora da faixa do visível, deveriam conter rótuloscom o seguinte alerta:“radiação a laser visível e invisível”.

 Das 12 marcas analisadas no ensaio de rotulagem, 6 foram consideradas Não Conformes, são elas: Multilaser, Marca sem identificação (caneta a laser preta), Key Ring, Comtac, Feel Electronics e JdRay (laser verde). Cabe destacar que a rotulagem é de suma importância para o bom uso de um produto como os apontadores a laser. Assim, a ausência de informações completas e corretas para o consumidor pode representar potencial risco para a saúde e segurança da sociedade.

 Resultado Geral:

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Com base nos resultados apresentados por esta análise, nas características dos apontadores a laser e no contexto que são utilizados e comercializados, o Inmetro avaliará a possibilidade de se desenvolver uma regulamentação para apontadores a laser, de maneira que estes passem a ser comercializados com um limite máximo de potência, nos moldes do que já é feito em outros países, como os Estados Unidos e países da Comunidade Europeia.

 O Inmetro também se articulará com a ABNT no sentido de sugerir a elaboração de uma norma técnica para o produto. O Instituto recomenda ainda que, em paralelo a uma possível regulamentação, sejam desenvolvidas campanhas de conscientização sobre o uso adequado e seguro dos apontadores a laser, como forma de prevenir acidentes e lesões graves.

Informação ao consumidor:

Visando orientar os consumidores sobre os riscos que envolvem o mau uso do produto, entrevistamos a Chefe do Laboratório de Radiometria e Fotometria (Laraf) da Metrologia Científica e Industrial do Inmetro, Giovanna Borghi, e o Presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologista, Dr. Marcus Vinicius Abbud Safady.

Chefe do Laboratório Laboratório de Radiometria e Fotometria (Laraf) da Metrologia Científica e Industrial do Inmetro, Giovanna Borghi.

1. É possível afirmar que um laser mais brilhante é mais perigoso ou não há nenhuma relação entre o brilho e a potência?

O brilho é um atributo de percepção visual e depende tanto do comprimento de onda, quanto da potência, da área do feixe e da superfície que o está refletindo. Se comparado nas mesmas condições, um laser com potência maior terá brilho maior. Entretanto, um feixe infravermelho não visível, por exemplo, não causará nenhuma sensação de brilho ao observador.

Conforme a definição feita pela Comissão Internacional de iluminação (Commission International de L’Eclairage – CIE), o termo brilho (ou brightness) é um atributo de percepção do sistema visual (sensibilidade do olho humano) que faz com que uma fonte de luz pareça emitir mais ou menos e está limitada  a região do visível. Neste caso, refere-se à luminância relativa de cores diferentes em condições bem iluminadas, ou seja, o brilho depende do ambiente. A luminância, ainda segundo a CIE, é a potência radiante ponderada por uma função espectral de sensibilidade que é característica do sistema de visão e é expressa na unidade cd/m2.

No caso de fontes de luz tais como os Lasers ou Leds, existe uma definição de uma unidade de medição (Sistema Internacional) chamada brilho espectral (spectral brilliance) que é a intensidade ou radiância dentro de certa largura de banda espectral que define a região efetiva do laser.

Já a intensidade é a medida da potência irradiada da (ou incidente na) superfície de um determinado intervalo do espectro magnético e é expressa na unidade W/m2.

Portanto, potência e brilho têm definições diferentes, embora algumas pessoas as utilizem como se fossem correspondentes uma vez que em determinadas condições se assemelham.

2. Vimos na análise que alguns lasers possuem um feixe fora da faixa visível (acima de 700nm), o que representa um perigo extra. No caso da análise isso ocorreu em lasers verdes; poderíamos ter também em feixes vermelhos? Em suma, qualquer tipo de laser pode ter um feixe fora do visível?

A emissão de luz fora da faixa do visível depende da tecnologia utilizada na construção do laser. Para laser verde é comum o processo de conversão de um laser infravermelho. Se bem projetado, a emissão no infravermelho é eliminada ainda dentro do equipamento. No caso dos vermelhos e azuis, é comum a utilização de um diodo semicondutor que já emite na cor (comprimento de onda) final.

Como exemplo, citamos suscintamente a geração de luz verde em Lasers do tipo semicondutor. A luz verde obtida é o resultado da geração de luz em 808 nm na cavidade do Laser. Esta luz passa um cristal de itrio dopado com neodímio (Nd:YVO4) que aumenta o comprimento de onda de 808 nm para 1064 nm, e depois passa por um cristal dobrador de frequência que divide o comprimento de onda para 532 nm, verde. Na janela de saída deste laser ainda é colocado um filtro infra-vermelho que impede a emissão do feixe de luz neste comprimento de onda. Neste caso exclusivo, para esta tecnologia de geração de luz verde é também produzida a luz infravermelha que é suprimida na saída do laser, em um dispositivo bem projetado.

3. Existe uma relação direta entre o comprimento de onda e a potência? Ou seja, quanto mais potente um laser, maior tende a ser seu comprimento (e maior a chance de um laser fora da faixa visível)?

Não existe nenhuma relação entre potência e comprimento de onda de um laser, pois são parâmetros físicos distintos.

 4. Existem apontadores a laser nas cores: verde, amarelo, violeta e vermelho. A maioria das marcas analisadas era  vermelha, sendo apenas dois produtos que emitiam  laser na cor verde. Gostaria de saber se além da potência óptica, as diferentes cores podem causar impactos distintos no olho humano? As cores emitidas correspondem a  indicações de usos diferentes?

Dependendo do comprimento de onda e potência emitidos, os laser são classificados. A potência de um laser e o seu comprimento de onda de emissão são características intrínsecas da tecnologia de construção utilizadas, bem como dos materiais empregados.

Entrevista com Dr. Marcus Vinicius Abbud Safady – Presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologista.

1. Quais os tipos de lesões que podem ocorrer, quando se faz utilização inadequada destes produtos?    

Lesão do epitélio pigmentar da retina na área central (mácula) responsável pela visão de detalhes. Além disso, são descritas alterações na coróide, responsável pela vascularização/nutrição da retina. Essas lesões têm intensidade proporcional ao tempo de exposição e a potencia do laser. São descritos casos de lesões retinianas com exposições mais prolongadas (1 minuto) em laser pointer de 5 mW de potência e casos de lesão retiniana praticamente imediata com laser pointer de 1000 mW. Em resumo, mesmo os apontadores de menor potencia, na faixa de 5 mW, podem causar danos na retina com maior tempo de exposição, mostrando a importância da regulamentação e de seu uso.

2. Os danos causados no olho ocorrem quando olhamos diretamente para o laser ou basta que alguém aponte o laser para o nosso olho? Ou seja, se alguém apontar o laser para o  nosso olho e se estivermos olhando para outra direção, pode haver, mesmo assim, algum dano?

 Os danos causados pelo laser na retina ocorrem em qualquer ponto que eles incidam. Porém, se ocorrerem na periferia da retina, provavelmente não deixarão sequelas funcionais já que a percepção retiniana na sua periferia é muito menor que na área central.

Por essa razão, os danos são muito mais importantes quando olhamos diretamente para o laser, pois os raios incidirão diretamente na mácula, região nobre da retina central.

3. Podemos dizer que existe uma potência de laser que não apresenta perigo para os olhos – por exemplo,  1mW?

Os danos retinianos causados pelo raio laser dependem de 3 variáveis: tempo de exposição, potência do laser e área da retina atingida. Dessa maneira, mesmo um laser de 1mW pode, teoricamente , causar danos se o tempo de exposição for longo o suficiente, o que na prática não se observa.

Nove dicas para quem vai fazer as compras de Natal online


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Com a proximidade do Natal e a chegada da primeira parcela do 13º, começa a correria para fazer as compras.  No lugar de enfrentar, trânsito, dificuldade para estacionar e lojas cheias, a quem prefira o comércio eletrônico.

A praticidade, desde a pesquisa de preços até a entrega do produto em casa, tem conquistado cada vez mais adeptos às compras online. Mas é preciso atenção para evitar problemas. Sendo assim, reunimos 9 dicas para que sua compra seja um sucesso.

  1. Faça uma pesquisa de mercado, comparando o preço do produto exposto no site com os valores obtidos na pesquisa e desconfie caso ele seja muito abaixo dos praticados pelo mercado;
  2. Pesquisar na Internet sobre o site, antes de efetuar a compra, para ver a opinião de outros clientes. Acesse também sitesespecializados em tratar reclamações de consumidores insatisfeitos, para verificar se há reclamações referentes a esta empresa. O Procon-SP  tem uma lista de site não confiáveis.( http://sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite/list/evitesites.php)
  3. Verifique se a loja tem endereço, telefone fixo ou filial física. Observe informações como razão social, CNPJ. Tente fazer contato telefônico com a loja antes de comprar.
  4. Ficar atento a propagandas recebidas através de spam;
  5. Ser cuidadoso ao acessar links patrocinados;
  6. Procurar validar os dados de cadastro da empresa no siteda Receita Federal. Se a situação estiver “baixada”, “cancelada” ou “inativa”, desista da compra.
  7. Verifique se a loja possui conexão de segurança nas páginas em que são informados dados pessoais do cliente como nome, endereço, documentos, número do cartão de crédito, geralmente essas páginas são iniciadas por https:// e o cadeado ativado (ícone amarelo em uma das extremidades da página). Clique no cadeado e observe se a informação do certificado corresponde ao endereço na barra de navegação do computador.
  8. Antes de comprar, leia a política de privacidade da empresa. Fique atento às formas de pagamento disponíveis, ao prazo de entrega e à política de troca e devolução de produtos.
  9.  Salve ou imprima todos os passos da compra, inclusive e-mails de confirmação.

Segundo internautas, novo regulamento de telecom não é cumprido


Por meio de um questionário online enviado pelo Idec, consumidores apontam desrespeito às regras em vigor desde julho. No total, houve cerca de 790 respostas relacionadas a todos os serviços do setor

operadoras

Entre 28/8 e 29/10, internautas de todo o país puderam responder a um questionário online feito pelo Idec para saber se os principais pontos do novo regulamento dos serviços de telecomunicações estão sendo cumpridos pelas empresas do setor. Foram feitas oito perguntas e, na maioria dos casos, as respostas dos consumidores indicam que as operadoras não estão respeitando as regras, em vigor desde julho.

Um dos maiores problemas apontados é a dificuldade para contratação de promoções por quem já é cliente. Das 109 respostas sobre esse item, 55,95% dizem que não conseguiram aderir à promoção ou contrataram em condições piores por já serem clientes. Porém, no caso das empresas de TV por assinatura isso não representa necessariamente uma violação, já que as associadas da ABTA (Associação Brasileira de TV por Assinatura) conseguiram suspender a aplicação dessa regra para os seus clientes na Justiça. Pior ainda foi o desempenho em relação ao retorno da chamada quando a ligação feita para o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) cai: 93,91% dos consumidores dizem que a exigência não foi cumprida.
Outra novidade importante prevista no regulamento é a possibilidade de cancelar o serviço sem falar com atendente. Porém, 42,59% dos internautas que tentaram implementá-la não conseguiram.
O questionário foi enviado pelo Idec para os internautas assinantes de seu boletim, divulgado no portal e nas redes sociais do Instituto. No total, foram contabilizadas cerca de 790 respostas, divididas entre os diversos temas. Clique aqui e veja os resultados completos.
Idec avalia operadoras de celular
Além do questionário online, o Idec também fez uma avaliação do cumprimento do regulamento pelas cinco maiores operadoras de telefonia móvel do país: Claro, Nextel, Oi, Tim e Vivo. A pesquisa envolveu visita ao site das empresas e contratação de um plano de celular para analisar se o direito à informação é respeitado; além de ligações para o SAC.
O levantamento também constatou muitos problemas, sobretudo em relação à informação prestada ao consumidor. Os resultados dessa pesquisa são o assunto da matéria de capa da Revista do Idec de novembro. Leia aqui.
O regulamento
O RGC (Regulamento Geral de Direitos do Consumidor) foi instituído pela Resolução nº 632/2014 da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Ele reúne regras válidas para todos os serviços do setor – telefonia fixa e móvel, internet e TV por assinatura. A maioria das normas do novo regulamento já está valendo desde julho – e parte delas foi avaliada no questionário. Outras regras serão implementadas em 2015 e 2016. Para saber mais detalhes, clique aqui.
Fonte: Idec