Como abrir e encerrar uma conta corrente


contacorrentePara auxiliar o consumidor o Procon-SP preparou algumas orientações básicas sobre abertura e encerramento de conta corrente, confira:
Para abertura da conta é necessário apresentar RG, CPF e comprovante de residência (conta de luz, telefone). É importante consultar o banco para saber se a instituição pede algum outro documento (comprovante de renda, por exemplo).
Se a abertura for uma solicitação do seu empregador para depósito do salário, verifique se será conta corrente ou uma conta salário, pois elas são diferentes. Na primeira, você tem acesso a todos os serviços bancários (como cheques, limite de crédito, transferências, entre outros). Na segunda, você pode apenas movimentar o seu salário, sem a utilização de outros serviços. Porém, não haverá cobrança de tarifas.
     O cliente deve escolher o banco e a melhor opção para suas necessidades. O banco deve oferecer ao consumidor o pacote de Serviços Essenciais, que é gratuito e pode ser uma boa alternativa para quem faz poucas movimentações na conta. Veja mais sobre o tema aqui.
    No momento da abertura da conta, o banco deve informar as condições para fornecimento de talões de cheques; tarifas de serviços, incluindo a informação sobre os que não podem ser cobrados, e saldo médio mínimo exigido para manutenção da conta (se houver essa exigência).
Encerramento da conta
     O encerramento da conta pode ser pedido a qualquer momento:
- Preencha o formulário de encerramento, que deve estar disponível em qualquer agência do banco onde você possui conta;
- verifique se todos os débitos autorizados e cheques emitidos já foram lançados na conta;
- cancele as autorizações para futuros débitos automáticos (contas de água, telefone, seguro, etc.);m
- mantenha saldo suficiente para pagamento de compromissos assumidos anteriormente, pois para encerrar a conta é necessário quitar todos os débitos com o banco;
- solicite o protocolo de entrega do formulário.
     A partir disso, o banco deverá entregar um “termo de encerramento”, com informações detalhadas sobre os procedimentos, e não poderá cobrar tarifa de manutenção de conta.
  A instituição financeira tem até 30 dias corridos para processar o encerramento. Após a conclusão do processo, deverá enviar ao correntista um aviso com a data do efetivo encerramento.
    Se você não vai movimentar sua conta, encerre-a. A simples ausência de movimentação não cancela o vínculo com o banco de forma automática. Porém, com 90 dias de inatividade o banco deverá informar ao correntista sobre essa condição e que as tarifas e encargos continuarão sendo debitados.
    As contas inativas por mais de seis meses podem ser encerradas por opção do banco. Se o banco optar pelo encerramento da conta, deverá informar o correntista 30 dias antes de completar o sexto mês de inatividade. Se mantiver a conta, a instituição financeira não poderá cobrar tarifas e encargos sobre o saldo devedor.

Inmetro e Anvisa analisam manuais de instrução de uso dos glicosímetros e acessórios


Testes contaram com 75 voluntários avaliaram manuais de instrução de uso do aparelho que serve para medir a taxa de açúcar no sangue e seus acessórios. Das 15 marcas avaliadas, 13 tiveram desempenho regular.

glicosímetro

No panorama mundial, o Brasil aparece em 4° lugar no ranking dos países com maior incidência de diabetes. No ano de 2013, o País tinha, aproximadamente, 12 milhões de portadores da doença, na faixa etária entre 20 e 79 anos, ficando atrás apenas da China (98,4 milhões), Índia (65 milhões) e Estados Unidos (24,4 milhões).

O paciente que recebe o diagnóstico de diabetes precisa controlar o nível de açúcar no sangue com frequência. Dependendo do quadro, ele pode ser tratado com mudanças no estilo de vida, com alimentação adequada, exercícios físicos, associados ou não a medicamentos por via oral. Contudo, uma parte dos portadores precisa fazer uso de doses diárias de insulina, tornando-se insulinodependente.

Para este paciente, é muito importante testar diariamente o nível de açúcar no sangue, pois o resultado é decisivo para ele saber se precisará ou não fazer o uso da insulina. A forma mais utilizada para o monitoramento doméstico da glicemia é realizada pelo uso de glicosímetros. Os glicosímetros são dispositivos médicos que têm por finalidade medir a concentração de glicose no sangue. Uma medição segura da taxa de glicemia ao longo do dia é essencial para auxiliar o controle do agravo. Dessa forma, um dos fatores que contribui para o bom gerenciamento da doença é o paciente fazer uso correto do aparelho e acessórios (tiras-teste e lancetas descartáveis), seguindo estritamente suas instruções de uso.

Considerando os diversos modelos disponíveis no mercado e que falhas na medição podem acarretar diversas consequências negativas para a saúde do paciente,  a Anvisa, Órgão Regulamentador do produto, e o Inmetro identificaram a necessidade de realizar uma análise da usabilidade de manuais de instrução de uso de glicosímetros e seus acessórios, visando verificar se os mesmos propiciam a correta utilização do produto por seus usuários.

Foram analisada as seguintes marcas: Accu-Chek Active, Accu-Chek Performa, Biocheck Gold, Breeze 2, Contour TS, Fácil TRU Eread, FreeStyle Lite, G•Tech Free, Injex Sens II, On Call Plus, One Touch Select Simple, One Touch Ultra, One Touch UltraMini, Optium Xceed e Testline.

Os testes, realizados pela Universidade Federal de Viçosa, contaram com 75 voluntários escolhidos pelo Inmetro, e avaliaram dois quesitos: manuais de instrução e os acessórios dos glicosímetros.

Os manuais têm que trazer informações claras e de fácil entendimento. Além do prazo de validade das tiras, instruções sobre como calibrar o aparelho corretamente, e a maneira certa de descartar o produto. Uma marca foi considerada insatisfatória por trazer informações confusas ou incompletas nos manuais de instrução: a Biocheck gold.

A segunda parte do teste avaliou os acessórios que compõem o glicosímetro. Facilidade para abrir a embalagem, para usar as peças e para ler o resultado. Tudo isso foi avaliado.

Nove marcas tiveram desempenho insatisfatório: Accu chek performa; Biocheck gold; Breeze 2; Contour TS; Freestyle lite; G tech free; Injex sens II; On call plus; e One touch select simple.

Resultado final: todas as 15 marcas tiveram resultados considerados regulares ou insatisfatórios.

A maioria dos fabricantes analisados reconheceu a importância dos resultados encontrados na análise e se comprometeu em elaborar propostas de melhoria para o produto por meio do plano de ações solicitado pela Anvisa.

O cenário revelado pela análise inspira cautela, uma vez que, ao usar, um produto tido como importante para o controle de sua saúde, o usuário/portador pode estar indiretamente contribuindo para o prejuízo da sua doença.

Sendo assim, além das informações obtidas na consulta médica, buscar o máximo de conhecimento sobre o aparelho e seus respectivos acessórios para dirimir eventuais problemas que possam resultar em uma medição incorreta.

Visando ajudar os usuários a fazer um uso mais seguro do produto, entramos em contato com a Associação de Diabetes Juvenil – ADJ – Diabetes Brasil e as especialistas: Roseli Rezende, Coordenadora de Enfermagem e do Projeto “Nosso Aluno com Diabetes”, e Jaqueline Cruz, Enfermeira e Membro da Equipe de Educação da Associação, nos concederam uma entrevista com informações adicionais que podem ajudar o portador de diabetes a gerenciar melhor seu estado de saúde.

Quantas vezes o paciente precisa fazer o exame por dia? Quais os períodos?

O número de testes irá variar conforme o tipo de diabetes, tempo de diagnóstico e tratamento prescrito pelo médico.

Recomenda-se para as pessoas com diabetes tipo 1, fazer o teste de glicemia capilar em jejum, pré-refeição, 2 horas pós-refeição, ao deitar e, se necessário, na madrugada ou quando forem observados sintomas no comportamento glicêmico (hiper ou hipoglicemias).

Para as pessoas com diabetes tipo 2 que fazem uso de antidiabéticos orais, normalmente, indica-se de 2 a 4 testes por semana em diferentes horários. Aos portadores de diabetes tipo 2 que fazem uso de insulinas, aconselha-se 3 testes por dia, em diferentes horários.

Obter taxas muito diferentes de um dia para o outro, mesmo fazendo o teste no mesmo horário, pode ser um indício de que o aparelho está descalibrado?

Os valores glicêmicos podem alterar de acordo com horários, alimentos ingeridos, tempo de ação das insulinas e/ou medicamentos e a realização de atividades do cotidiano e exercícios físicos. Estados de doenças e alterações emocionais também podem gerar variações nos valores glicêmicos.

Quais os cuidados que o paciente deve ter para evitar interferências nas medições?

Ter conhecimento do aparelho a ser utilizado e realizar higiene adequada do local onde será feita a punção.

Quais os cuidados que o paciente deve ter com as tiras?

Observar o prazo de validade. Quando estas vierem acondicionadas em frascos, usá-las no período descrito pelo fabricante, que, em geral, após abertos, é de 60 dias.

Além disso, deve certificar-se de que as tiras são compatíveis com o monitor de glicemia e se está codificada conforme a indicação do fabricante.

Quais os cuidados para preservar o material, evitando danos e leituras equivocadas?

Usar tiras dentro do prazo de validade, não realizar testes em ambientes com temperaturas extremas, não deixar os monitores expostos à luz solar, nem guardados em locais de elevadas temperaturas como, por exemplo, carros.

Qual a melhor maneira de descartar o material usado?

Em caixas amarelas para coleta de materiais perfuro cortante. Na falta destes, utilizar recipientes de plástico rígidos com bocas largas e de tampas rosqueáveis.

Que outras dicas a Associação daria para o usuário?

Ao lavar as mãos ou fazer a antissepsia com álcool a 70%, no local escolhido para fazer o teste, deixar secar bem antes de realizar a punção. Após colocar a gota de sangue na tira, pressionar levemente o local da punção com algodão.

Mais informações sobre o tema podem se obtidas no site da Associação de Diabetes Juvenil – ADJ – Diabetes Brasil (http://www.adj.org.br/site/default.asp).

Acesse aqui o relatório da análise na íntegra. 

 

 

Escassez de água: o que mais o consumidor pode fazer?


Em tempos de racionamento velado de água os consumidores se perguntam o que mais podem fazer para economizar este importante recurso. O Idec lista na sequência alguns mitos e dicas para reciclagem de resíduos que impactam a falta de água

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Descartar X Lavar objetos duráveis

Com a  falta de chuva no Sudeste,  estabelecimentos comerciais de algumas cidades vêm sugerindo a troca de objetos duráveis, como pratos e talheres, por descartáveis. Eles alegam menor consumo de água. Afinal, não é preciso lavar os descartáveis, somente jogá-los fora.
É importante lembrar que nesse caso, estamos focando em apenas um ponto de todo o “ciclo de vida” do utensílio – no caso, a lavagem. Essas ações diminuem a água visível (da lavagem do prato, por exemplo) mas não consideram que na produção e na “vida” do objeto descartável, tem muita água incorporada: na produção, nas embalagens, no descarte, nos sacos para colocá-los para o descarte e na própria reciclagem.
Isso não significa que estamos defendendo o  uso irrestrito do vidro, numa luta “vidro vs plástico”, mas mostrando que as ações devem ser pensadas como um todo e não de forma pontual.
Lavar ou não antes de descartar materiais para coleta seletiva?
Essa é uma grande “polêmica sustentável”, mas para o descarte de material reciclado alguns pontos importantes devem ser considerados, como a limpeza dos mesmos. O termo exato é “limpeza” porque não é necessário lavar, com água, sabão ou detergente. Uma sugestão legal é deixar os materiais na pia enquanto lava e enxagua a louça.
As indústrias têm que economizar também? 
Com essa história da falta d’água, o ônus sempre cai sob os consumidores. Em geral, as estatísticas mostram esse lado. Mas, e o consumo de água pelas indústrias e pela agricultura? Segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), 70% da água doce extraída em todo o mundo é usada pela agricultura, enquanto 20% é usada na indústria e apenas 10% é utilizada para consumo municipal. Para a agricultura a água é fundamental, é preciso verificar se não existe desperdício de água doce na rega das plantas. O mesmo vale para as indústrias, alternativas como água de reúso e captação de água da chuva são alternativas interessantes.
Pegada Hídrica
Um bom indicador para saber se estamos consumindo recursos demais é a (PH) Pegada Hídrica. Ele analisa o uso da água de forma direta e indireta, tanto do consumidor quanto do produtor. A PH de um indivíduo, comunidade ou empresa é definida como o volume total de água doce utilizado para produzir os bens e serviços consumidos por uma pessoa, comunidade ou produzidos pelas empresas. O Brasil tem a 4º maior PH no ranking de Pegada Hídrica, só perdendo da China, Índia e Estados Unidos, segundo relatório de 2011 doInstitute of Water Education da UNESCO.
Veja abaixo alguns exemplos de quanto se consome de água por consumidor em outros itens do nosso dia a dia:
Carne: 15.415 litros/kg
Alface: 237 litros/kg
Chocolate: 17.196 litros/kg
Cafezinho: uma xícara de café exige 140 litros d’água. Mas se forem adicionados leite e açúcar ao café, e se um copo de plástico for empregado para servir a bebida, “a pegada hídrica” de uma xícara de café passará para 200 litros.
Saiba mais sobre a Pegada Hídrica aqui.
Veja uma lista com diversos produtos e quanto eles consomem de água para sua produção aqui (em inglês).
Outras sugestões para reciclagem:
- Melhore sua relação com o resíduo: deixá-lo limpo e “bonito” é uma forma de tornar o resíduo atraente e não um “lixo” sujo, imundo e fedido.
- Não atraia baratas e outros insetos: limpar o lixo significa afastar insetos, pois estes são atraídos pelos restos de alimentos que ficam grudados nas embalagens, principalmente os lácteos. Outro ponto importante a ser considerado é que, em muitas cidades, quando há programas de coleta seletiva, o caminhão passa apenas uma vez por semana, tempo mais que suficiente para atrair esses “bichinhos”.
- Ajude o processo de reciclagem: os materiais recicláveis costumam ir para cooperativas de catadores, ou seja, são manipulado por pessoas. Deixá-los limpos ajuda o trabalho delas e o processo de reciclagem em si. Afinal, não lavar as embalagens antes implica na utilização de muito mais água no processo industrial para retirar o resíduo que “secou” no material.
Fonte Idec.

Comprar com cartão de crédito pode ficar mais caro


Compras com cartão de crédito pode ficar mais caro

O Senado aprovou em outubro, o projeto que autoriza comerciantes de todo o país a cobrarem preços distintos para pagamentos realizados com dinheiro ou cartão de crédito. A possibilidade de poder cobrar preços diferentes para pagamentos em dinheiro e no cartão foi recebida com ânimo pelos lojistas e preocupação por parte dos consumidores, afirma a “Revista Consumidor”.

O projeto de decreto legislativo 31/2013 cancela os efeitos da Resolução 34/1989, do Conselho Nacional de Defesa do Consumidor, que proibia a cobrança de preços diferentes quando o pagamento fosse feito por meio de cartão. Com a medida aprovada, o comércio poderá estabelecer preços diferentes para pagamentos feitos em dinheiro ou no cartão. Para que o projeto entre em vigor é preciso que ele seja aprovado pela Câmara dos Deputados.

“Se o projeto for aprovado, vamos retroceder e precisar usar cédulas novamente? E a questão da insegurança? Isso sem falar que não sabemos se os descontos realmente serão repassados ao consumidor” questiona o José Luiz da Silva, presidente do Instituto Nacional de Educação do Consumidor e do Cidadão (INEC).

Para o Procon-SP o projeto também significa um retrocesso para as relações de consumo, além das conseqüências econômicas, financeiras e de segurança, uma vez que o consumidor pode optar por pagamento em dinheiro em vez de utilizar o cartão.  Alexandre Modonezi, Diretor Executivo do órgão,  diz que a diferenciação de preços entre as compras realizas em dinheiro e as feitas por cartão de crédito e débito  favorece o comerciante e fere o Código de Defesa do Consumidor (CDC). Mas para o professor de matemática financeiro do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), José Dutra Sobrinho,  explica que essa medida poderá dar benefícios aos consumidores “uma pessoa que gasta em média R$ 1 mil com cartão por mês poderá economizar R$ 40,00 fazendo compras em  moeda”.

Veja as vantagens e desvantagens do cartão de crédito:

1 – Conveniência: carregar um cartão é muito mais fácil do que carregar dinheiro;

2 – Segurança: é muito mais seguro carregar o cartão, especialmente se você paga o seguro de roubo e perda oferecida por alguns bancos;

3 – Utilidade: pode ser útil se você passar por uma situação de emergência e não tiver a quem recorrer, quase todos os estabelecimentos já aceitam cartão de crédito, além de agência de viagens, companhias áreas, além de outros estabelecimentos ao redor do mundo;

4 – Vantagens: Alguns cartões oferecem aos consumidores descontos, prêmios, bônus. É  possível parcelar as compras.

Desvantagens:

 1 – Cuidado: com o cartão de crédito é mais fácil o consumidor se endividar. Algumas pessoas gastam além da conta e esquecem que têm que pagar depois;

2 – Pagar o mínimo pode ser uma armadilha, pois as taxas de juros são altas e podem levar o consumidor a se “sufocar” e não conseguir pagá-las;

3 – Fraude: tanto no mundo físico quanto no virtual o número de fraudes no cartão vem crescendo a cada ano, por isso é aconselhável que o consumidor tome cuidado com os dados do cartão.

4 – Taxas: dependendo do cartão/banco, a taxa de anuidade poderá ser muito grande.

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Limites mínimos de velocidade da banda larga ficam mais rigorosos


Pelos novos limites que entraram em vigor  no dia 1º de novembro, as prestadoras deverão garantir mensalmente, em média, 80% da velocidade contratada pelos usuários.

velocidadebandalarga

Os novos limites mínimos de velocidade contratada pelos assinantes de bandas largas fixa e móvel entraram  em vigor no  sábado, 1º de novembro. Pelas metas estabelecidas nos regulamentos de Gestão da Qualidade dos serviços de Comunicação Multimídia (banda larga fixa) e Móvel Pessoal (banda larga móvel), as prestadoras deverão garantir mensalmente, em média, 80% da velocidade contratada pelos usuários.

Em outras palavras, na contratação de um plano de 10MBps, a média mensal de velocidade deve ser de, no mínimo, 8MBps. A velocidade instantânea – aquela aferida pontualmente em uma medição – deve ser de, no mínimo, 40% do contratado, ou seja, 4MBps. Com isso, caso a prestadora entregue apenas 40% da velocidade contratada por vários dias, terá de, no restante do mês, entregar uma velocidade alta ao usuário para atingir a meta mensal de

A Anatel recomenda para as pessoas, que possuem este serviço contratado, verificar  a velocidade de sua internet. Caso seja constatado que o valor entregue está inferior ao que foi estabelecido pela a Agencia, os consumidores podem realizar uma reclamação pelo site da Anatel, as operadoras que receberem essas denúncias podem sofrer advertências ou multas, a penalidade vai depender da gravidade da ocorrência.

O acompanhamento da velocidade da banda larga móvel pode ser feito por meio do aplicativo desenvolvido pela agência. Clique aqui para saber mais sobre o aplicativo.  

Para outros sistemas operacionais móveis e banda larga fixa, as medições podem ser realizadas diretamente na página do projeto da: http://www.brasilbandalarga.com.br.

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