Tudo que você precisa saber sobre plugs e tomadas


Você já deve ter escutado falar que o Brasil está implantando um padrão para plugues e tomadas. Mas você sabe o porquê disso?

Hoje, em nosso país, existe mais de uma dezena de modelos de plugues e tomadas. Essa variedade vem há anos causando dificuldades para o consumidor, além de insegurança.

Dificuldades nas conexões, entre aparelhos e as instalações elétricas residenciais, risco de choques elétricos, perigos de curtos circuitos e desperdício de energia são alguns dos problemas que o brasileiro pode encontrar com a falta de um padrão nacional.

Dados do Corpo de Bombeiros de São Paulo indicam que, nos últimos dez anos, 33.000 incêndios em instalações elétricas prediais e 6.000 decorrentes de conexões precárias entre plugues de aparelhos eletrodomésticos e as tomadas das instalações elétricas residenciais aconteceram no Estado. Esses dados significam insegurança e gastos para o país, já que os custos sociais e financeiros são significativos.

E foi para diminuir esses problemas que a Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT desenvolveu um padrão brasileiro conectável com 80% dos aparelhos elétricos em uso no nosso país.

Essa mudança de padrão vem ocorrendo de forma gradativa para os consumidores, indústria e construção civil. Todos os técnicos das partes envolvidas estão trabalhando ao máximo para reduzir os impactos que essa mudança poderá gerar.

Essa padronização vai melhorar a conexão elétrica entre os plugues e as tomadas, reduzindo a possibilidade de mau contato, risco de choques elétricos e perdas de energia que ocorrem em razão do mau contato entre os plugues e tomadas antigas. Isso significa mais segurança e economia!

Como foi escolhido o padrão brasileiro?

Três critérios fundamentais foram adotados pela ABNT para a escolha desse padrão: adaptabilidade, segurança e custo.

Adaptabilidade – foi pesquisado o modelos em que os padrões se adaptavam melhor às instalações já existentes. Assim, em 80% dos casos não haverá dificuldade de conexão.

Segurança – o modelo escolhido atende a preocupação com a segurança dos usuários e das instalações.

Custo – foi pesquisado o melhor custo benefício para os usuários e empresas impactadas.

Mas você deve estar se perguntando, por que não foi adotado um padrão universal?

Porque não existe esse padrão. Várias tentativas em todo o mundo, inclusive da entidade internacional de normalização do setor, a Comissão Eletrotécnica Internacional – IEC, não foram adiante. Nem mesmo a Comunidade Européia – que já estabeleceu padrões únicos entre seus países membros – conseguiu. Vários países estabeleceram seus padrões próprios.

Quando as partes interessadas reuniram-se com a ABNT para definir o padrão a ser implantado no Brasil, aconteceram várias tentativas para que fossem escolhidos padrões de outros países. Porém, com o objetivo de evitar a dependência tecnológica de outros países, foi adotado um padrão próprio brasileiro.

Mas o que são plugues e tomadas padronizados?

A partir de agora, somente existirá um padrão de tomadas, sempre com três furos, e dois padrões de plugues, um com dois pinos e outro com três pinos. Além disso, os pinos podem ser de dois diâmetros: com 4 mm ou 4.8 mm.

Os eletrodomésticos que necessitam de aterramento, como acontecem com as máquinas de lavar roupa e os aparelhos de ar condicionado, usam os plugues de três pinos. Os que operam com até 10 amperes usam o plugue com pinos de 4 mm, ao passo que os que trabalham entre 10 e 20 amperes usam plugues com 4,8 mm de diâmetro.

Quais as vantagens oferecidas pelo padrão de plugues e tomadas?

– Impossibilitam a ocorrência de choque elétrico no ato da conexão do plugue na tomada. O plugue é sextavado e a tomada possui uma cavidade sextavada, assim, a energização do pino só acontece quando o mesmo estiver com a parte plástica totalmente inserida na cavidade da tomada. Isso garante que o acesso à parte sextavada é impossível, o que impede os riscos com choques elétricos, que acontecem principalmente com as crianças ao colocarem os dedinhos na tomada.

– A conexão do pino padronizado na tomada é perfeita, já que há ajuste de um pino no outro. Isto diminui a perda de energia devido ao mau contato e a dissipação de calor, esta responsável pelo super aquecimento do eletrodoméstico ou da instalação e até mesmo dos incêndios ocorridos.

– A pequena diversidade de pinos e tomadas, todos padronizados, facilita a vida dos usuários e dos fornecedores, fabricantes ou importadores. Em breve, você não mais terá dificuldade para comprar um eletrodoméstico e ter que cortar pino, usar adaptadores, entre outras adaptações.

– A existência de plugues com dois diâmetros diferentes, para os pinos de 4 mm e 4.8 mm, impede que você conecte um aparelho que opera com amperagem superior a 10 amperes em uma instalação dimensionada para operar com até 10 amperes, eliminando o risco de sobrecarga, ocasionando danos ao eletrodoméstico e à instalação.

– Nos plugues com três pinos, no ato da conexão com a tomada, o primeiro contato é do pino de aterramento. Caso o eletrodoméstico ou a instalação estejam em curto circuito, a descarga elétrica se dará pelo aterramento e não pelo corpo de quem esteja efetuando a conexão.

O terceiro pino aplica-se aos eletrodomésticos que demandam aterramento, ou seja, que em curto podem provocar choques elétricos no usuário que esteja em contato com ele. Quando o aterramento é feito, a descarga elétrica se dá pelo pino aterrado que contata com a tomadas antes das demais, eliminando a possibilidade de acidente com o usuário. O pino de aterramento substitui aquele fiozinho verde que vinha acoplado a esses eletrodomésticos e que praticamente todos nós brasileiros não sabíamos o que fazer com ele.

Os novos plugues e tomadas são de fácil instalação?

A instalação dos plugues e tomadas padronizados é similar aos anteriores não padronizados. Porém, como já era indicado anteriormente, é aconselhável que a instalação seja feita por um profissional eletricista.

Isso vai custar mais caro para o seu bolso?

Não há motivos para isso se considerarmos o processo de fabricação dos plugues e tomadas, bem como a natureza e a quantidade do material utilizado. Porém, é natural que nesse primeiro momento, já que os fabricantes tiveram que desenvolver novos produtos, eles venham a repassar o custo para o seu bolso. Mas não se preocupe, a própria concorrência se encarregará de nivelar os preços.

Com essa padronização e maior segurança, você deve estar se perguntando: vou ter que substituir todos os plugues e tomadas de minha residência?

Não. É importante destacar que no momento da conexão dos plugues e tomadas somente em 20% dos casos você encontrará dificuldade. Diante deste problema, você deverá preferencialmente substituir o plugue ou a tomada. Porém, pelo menos neste primeiro momento, poderá usar um adaptador.

Quais os prazos definidos para essa padronização?

Produto:

Plugues, tomadas e cordões, desmontáveis ou não desmontáveis, incorporados em aparelhos

Fabricação ou importação – Prazo 1º de janeiro de 2010

Comercializados por fabricantes e importadores – Prazo 1º de outubro de 2010

Comercializados por atacadistas e varejistas – Prazo 1º de julho de 2011

Produto:

Plugues e tomadas fixas e móveis, desmontáveis ou não desmontáveis, de 2 ou 3 contatos comercializados  isoladamente

Comercializados por atacadistas e varejistas – Prazo 1º de janeiro de 2011

23 comments

      • Os equipamentos de ar condicionado tambem deverão ser adequados ao novo padrão de plugs conforme determina a lei.
        Esses equipamentos terão plugs de 4,8mm, pois sua carga supera 10A, e deverá ter 3 pinos, sendo um para aterramento.

  1. Já existia um padrão no Brasil de tomadas com aterramento. O atual é muito diferente.
    Como os equipamentos duram de 5 a 10 anos e ainda têm o formato antigo, quem tiver um problema na tomada vai ficar prejudicado.
    Sou a favor das exigências de aterramento, etc, mas completamente contra a troca do formato.
    Como consumidora, me sinto lesada.

    • A troca do formato é uma medida de segurança e padronização para os equipamentos e instalações elétricas.

      Contudo caso a sua tomada esteja com problema a sugestão é substitui-la pelo novo padrão, bem como a substituição do plug.

      Tera que desembolsar um maior investimento porem os niveis de segurança e qualidade de energia nem se comparam com os mais de 10 modelos atuais comercializados hoje no Brasil.

    • Prezada Claudia,
      gostaria de observasse o texto que colocamos acima pois, notará que, na verdade, o brasil nunca possuiu um padrão de plugues e tomadas. Menos ainda para os plugues de tres pinos. Tinhamos até então, uns 5 modelos diferentes de plugues de 3 pinos. Isso gera uma situação de insegurança muito grande, principalmente considerando que o Brasil tem duas tensões diferentes (127V e 220V). O desconforto inicial vai se transformar em segurança para o você e sua família.
      Você sabe quantas pessoas morrem por ano vitimas de choques eletricos? E quantas pessoas já tomaram choques eletricos em tomadas? Veja esses dados;
      1) Corpo de Bombeiros de São Paulo – 35000 incêndios em São Paulo, nos últimos 10 anos, tiveram como causa falhas nas instalações elétricas. Desses, 6000 tiveram como causa curto-circuito;
      2) Abracopel (Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade): pesquisando notícias em jornais impressos sobre acidentes elétricos (choque elétrico), levantou os seguintes dados – ano de 2007: 427 acidentes divulgados na imprensa; ano de 2008: 516 acidentes divulgados na imprensa e ano de 2009 até julho: 341 acidentes divulgados na imprensa;
      3) DATASUS / Ministério da Saúde: considerando apenas os dados do sistema SUS, temos os seguintes números relativos a acidentes elétricos (exposição a corrente elétrica em casa, escola, asilo, etc) – de 1998 a set/2009 foram 13.776 internações e 379 mortes, dentre os internados. De janeiro de 1996 a dezembro de 2007, foram 15.418 mortes diretas, ou seja, sem internação.
      4) DATASUS / Ministério da Saúde: de 1998 a 2007, apenas pelo registro do SUS, a taxa de mortalidade infantil, decorrente de acidentes elétricos, foi de 1,61. Para se ter uma ideia do que isso significa, a taxa de mortalidade infantil por agressão é de 2,14; por acidentes de transporte é de 1,90, e por complicações cirúrgicas e de assistência médica é de 1,34.
      5) DATASUS / Ministério da Saúde: apenas no sistema SUS foram gastos com hospitalização de vítimas de choques elétricos, de 1998 a 2007, R$12.250.964,13. Em 2008, foram gastos R$1.901.706,30 e até o mês de setembro de 2009, R$2.531.648,39. A média de dias em internação é de sete dias.
      6) Programa Casa Segura (Abracopel): em pesquisa realizada em 10 de novembro de 2008, com 330 pessoas, na Avenida Paulista, a equipe do programa “Casa Segura” obteve os seguintes dados – 84% dos entrevistados informaram já terem sido vítimas de choque elétrico em casa. Desses, 40% foram por benjamins / extensões e 8% ligando equipamentos elétricos.
      Esses dados significam insegurança e gastos para o país, já que os custos sociais e financeiros são significativos.
      Espero ter ajudado no seu entendimento sobre essa medida.

      Atenciosamente

      Gustavo José Kuster
      Gerente de Avaliação da Conformidade
      Inmetro

  2. Essa matéria é exelente e acredito que o governo deveria vincular avisos informativos sobre isso em rede nacional, visto que a maioria das pessoas é realmente ignorante sobre o assunto ou não o julga prioritário.

    Trabalho com comércio de equipamentos de informática e é um verdadeiro inferno a variação de tipos de conectores. Alguns fabricantes enviam até as tomadas com aquele tipo europeu superseguro, mas que mal encaixa nas tomadas comuns.

    Chega de usar T de força ou arrancar pinos para adaptar os equipamentos.

    Gastaremos algum dinheiro, não só trocando as tomadas, mas também adaptando as fiações, mas com certeza é melhor esse gasto preventivo do que ter que comprar os equipamentos novamente.

    • Olá Alberto

      Observe esses dados. Eles ajudam a reforçar as suas colocaçãoes:
      1) Corpo de Bombeiros de São Paulo – 35000 incêndios em São Paulo, nos últimos 10 anos, tiveram como causa falhas nas instalações elétricas. Desses, 6000 tiveram como causa curto-circuito;
      2) Abracopel (Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade): pesquisando notícias em jornais impressos sobre acidentes elétricos (choque elétrico), levantou os seguintes dados – ano de 2007: 427 acidentes divulgados na imprensa; ano de 2008: 516 acidentes divulgados na imprensa e ano de 2009 até julho: 341 acidentes divulgados na imprensa;
      3) DATASUS / Ministério da Saúde: considerando apenas os dados do sistema SUS, temos os seguintes números relativos a acidentes elétricos (exposição a corrente elétrica em casa, escola, asilo, etc) – de 1998 a set/2009 foram 13.776 internações e 379 mortes, dentre os internados. De janeiro de 1996 a dezembro de 2007, foram 15.418 mortes diretas, ou seja, sem internação.
      4) DATASUS / Ministério da Saúde: de 1998 a 2007, apenas pelo registro do SUS, a taxa de mortalidade infantil, decorrente de acidentes elétricos, foi de 1,61. Para se ter uma ideia do que isso significa, a taxa de mortalidade infantil por agressão é de 2,14; por acidentes de transporte é de 1,90, e por complicações cirúrgicas e de assistência médica é de 1,34.
      5) DATASUS / Ministério da Saúde: apenas no sistema SUS foram gastos com hospitalização de vítimas de choques elétricos, de 1998 a 2007, R$12.250.964,13. Em 2008, foram gastos R$1.901.706,30 e até o mês de setembro de 2009, R$2.531.648,39. A média de dias em internação é de sete dias.
      6) Programa Casa Segura (Abracopel): em pesquisa realizada em 10 de novembro de 2008, com 330 pessoas, na Avenida Paulista, a equipe do programa “Casa Segura” obteve os seguintes dados – 84% dos entrevistados informaram já terem sido vítimas de choque elétrico em casa. Desses, 40% foram por benjamins / extensões e 8% ligando equipamentos elétricos.
      Esses dados significam insegurança e gastos para o país, já que os custos sociais e financeiros são significativos.
      Espero ter ajudado no seu entendimento sobre essa medida.
      Atenciosamente

      Gustavo José Kuster
      Gerente de Avaliação da Conformidade
      Inmetro

      • Ola Gustavo J Kuster
        Espero que leia mesmo depois de todo este tempo…
        Entendo que voce como todo burocrata, fica analisando dados mal feitos e mal elaborados e tira conclusões inexistentes e fantasiosas da realidade. Trabalho em duas unidades de queimados do interior de São Paulo há mais de 20 anos totalizando 23 leitos, mais de 30 atendimentos ambulatoriais por dia, além de conhecer e trocar informações com inúmeras outras unidades do Brasil inteiro e posso afirmar que seus números provavelmente estão corretos, e guardando as devidas proporções, bate com os números das unidades em que trabalho, porem NUNCA atendi ninguém que tenha tido queimadura por tomada residencial. O campeão na minha região são acidentes industriais, ladrões de cabos das concessionárias e acidentes com fios da rede de distribuição. Acidentes ocorridos no interior das residências normalmente estão relacionados a fios desencapados de extensões mal feitas e “eletricistas”de fim de semana mexendo no quadro de força, queimaduras estas normalmente flash burn devido a curtos circuitos dentro do quadro. Existe Também um numero ainda alto de acidentes com pipas nas redes elétricas, apesar de todo esforço com a educação a este respeito.
        Portanto não acredito que esta norma que nos traz tanto sofrimento abaixará significativamente suas estatísticas. Os acidentes graves com eletricidade continuarão existindo e continuarão matando pois a sua imensa maioria nada tem a ver com as tomadas domésticas. Um preço muito caro por uma gota no oceano.

      • Veja que incoerencia: 40% levou choque em baijamis e extençoes, mas este padrão esta estimulando as adaptaçoes – portanto aumentará os acidentes.
        Mais uma coisa: esses apenas 8% que levaram choque desconectando aparelhos, chegaram a procurar serviços médicos? Algum foi grave?? Não é uma porcentagem muito pequena para tamanha mudança??

  3. nestas mudanças ocorridas nos padrões de plugs e tomadas, as antigas de 3 pinos tinham uma disposição tipo (olhando-se frontalmente): Neutro, à esquerda (N), / Terra, em cima (SÍMBOLO DE ATERRAMENTO) / Fase (F). Pergunto, na mesma perspectiva, o padrão é o mesmo, nesta mesma ordem? Fico grato desde já. Atenciosamente, CF.

    • Exatamente Sr Coelho, na mesma ordem. A mundança é no formato.

      Atenciosamente

      Gustavo José Kuster
      Gerente de Avaliação da Conformidade
      Inmetro

  4. gostaria de saber até quando podera ser comercializadoi os diversos modelos de plugs adaptadores que estão auxiliando e muito na instalação dos produtos que estão saindo das fabricas com o novo plug

  5. Comprei um arcondicionado com pino de 4,8 mm, que não cabe em nenhuma tomada da minha casa. Posso usar um adaptador de tomada 16A?

  6. GENTE GOSTARIA DE SABER SE ALGUEM SABE ONDE VENDE ADAPTAOR DE TOMADA EUROPEA : POIS TENHO UM XBOX E É PADRAO EUROPEU NÃO AXOO O PLUG . E TBM NAO AXEI ALGUMA LOJA ONDE VENDE . SOU DE SP SE ALGUM TIVER ALGUM ENDEREÇO . OBRIGADO

  7. Construi casa nova, que foi contruida nos novos padrões de tomadas. Tenho eletrodomésticos antigos e outros novos, recem comprados……NADA eu consigo usar nas tomadas. Em todas as paredes tenho aqueles enormes “Ts”. Ficou Horrível! A secadora então, é um “T” em cima do outro.

  8. …gente, esqueci dos celulares. Hoje, casa pessoa, ou possue um celular moderno com vários chipes ou, pelo menos dois celulares de operados diferentes. E os carregadores? Nenhum se adapta as tomadas. Novamente…………………. ” T” em cima de “T”.

  9. Este padrão foi a pior coisa que o inmetro ja fez… Tenho hoje mais de 20 adaptadores em casa… Porcaria…

  10. A verdade é a seguinte, a mudança do padrão foi única e exclusivamente dois motivos: alavancar o comércio (gerando mais impostos, já que obrigará todo mundo a refazer a instalação de novas tomadas), já que as pessoas só gastam com instalação elétrica no momento de construir, depois muito raramente se gasta com isso e o outro motivo foi para impedir que as pessoas continuassem comprando produtos eletrônicos de outros países, ao invés dos que aqui se vendem com os impostos abusivos, já que somente os eletrônicos sobretaxados teriam os plugues no novo padrão. Desculpas e mentiras serão e estão sendo jogadas para justificar o novo padrão, existe sim um padrão universal e um outro exclusivo de uns poucos países. Desculpas tais como: o novo padrão impede que as crianças coloquem o dedinho na tomada são ridículos, nem o dedo de um recém nascido cabe dentro do buraco de uma tomada, o que causa acidentes é a criança colocar objetos dentro do buraco, o que ocorre tanto no padrão antigo quando no novo.

  11. E com esse padrão novo um desavisado pega um aparelho de 127V e liga numa tomada de 220V. Porque mantiveram o padrão de pinagem entre ambos ?

    • Prezado Paulo,
      Gostaria de ratificar o que já expliquei para outros leitores, sou uma jornalista e meu conhecimento sobre temas técnicos específicos é bastante restrito. Sugiro que entre em contato com a ouvidoria do Inmetro (http://www.inmetro.gov.br ou 0800-2851818) para receber orientação adequada.
      Abçs
      Bianca Reis

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