Dicas para fechar 2010 sem dívidas


Muita disciplina com os gastos e organização no orçamento podem ajudar o consumidor a fechar o ano de 2010 sem dívidas. Confira algumas dicas de especialistas que podem orientá-lo.

Especialistas recomendam quitação das dívidas, acompanhamento do orçamento e cautela com os gastos. Facilidades oferecidas ao consumidor podem criar situação de controle ilusória e prejudicar as finanças pessoais

Rio – O sonho de terminar 2010 no azul está entre os desejos mais acalentados pelos brasileiros na virada do ano. Mas, neste caso, não basta fazer orações e simpatias. Especialistas recomendam muita disciplina com os gastos e organização no orçamento, como se faz em uma empresa, para ajudar no controle do dinheiro. Anotar todas as despesas em planilha é um bom começo. Já decidir o que cortar é com cada um.

Segundo Gilberto Braga, professor do Ibmec-Rio, o planejamento financeiro envolve a família. O assunto não é um tabu e precisa ser compartilhado por todos. Normalmente, equilibrar as contas requer sacrifícios, mudanças de hábitos, e, portanto, é recomendável que os filhos também estejam cientes da situação e das novas regras.

“Na hora de cortar os supérfluos, o lazer é o primeiro a ser revisto. Não dá para deixar de se divertir. Então, em vez de shopping, procure a praia ou um parque. No lugar do restaurante, faça um piquenique”, aconselha o professor.

Quem ainda tem sobras do 13º salário dispõe de bom trunfo para melhorar as finanças pessoais em 2010.

Segundo o vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel de Oliveira, o abono deve ser aproveitado não só para quitar dívidas vencidas, mas para antecipar prestações. Nesse caso, o consumidor deve negociar, exigir redução nos valores.

Marcelo Kimura, um dos responsáveis pelo site Minhas Economias, afirma que a grande quantidade de prestações pode ser um perigo para quem quer se manter no azul. Com financiamentos cada vez mais longos e parcelas menores, muitos brasileiros estão se enrolando. Por isso, é preciso evitar acumular parcelamentos.

Seduzidos por facilidades, os consumidores podem acabar arcando com várias prestações ao mesmo tempo, o que cria uma situação de controle ilusória. Basta fazer as contas, para chegar à soma total de dívida no fim do mês e do quanto a renda será comprometida.

Fonte: O Dia

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