Saiba como medir a velocidade da sua banda larga


Operadoras disponibilizam programa para medição da qualidade de conexão; software, porém, não fornece todos os indicadores determinados pela Anatel

As prestadoras de serviço de internet já começaram a oferecer aos clientes um programa para medição da velocidade da conexão de banda larga, cumprindo uma obrigatoriedade determinada pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).
Operadoras como Net, Oi, Telefônica, Embratel, GVT, CTBC Telecom, Sercomtel e a Cabo Telecom já disponilizaram um link que direciona os clientes ao “Speedtest”, programa escolhido para realizar a medição. Também está disponível nos portais de cada operadora uma cartilha informativa mostrando passo a passo como utilizar o medidor.
As prestadoras também estão avisando aos internautas que, por enquanto, o software responsável pela medição ainda é provisório. O programa definitivo estará disponível até 1º de novembro, fim do prazo determinado pela Anatel. A partir de outubro, as empresas de banda larga móvel como Tim, Vivo e Claro, também terão de disponibilizar um programa  para que o consumidor acompanhe a velocidade da internet do seu aparelho.
Outra opção
O Simet (Sistema de Medição de Tráfego de Última Milha) é uma outra opção para os internautas que quiserem medir a qualidade de sua conexão. Mapeado pelo CGI.br (Comitê Gestor da Internet no Brasil), o software realiza testes de velocidade, publicando os resultados num mapa. Assim, o consumidor poderá visualizar a velocidade de sua conexão e também compará-la com a de outros usuários da mesma região.
Independente do programa, antes de iniciar o teste o internauta deve fechar todos os programas e aplicativos que estão sendo utilizados para minimizar a interferência durante o processo. Os programas que não utilizam conexão com a internet, também devem ser fechados, pois podem interferir no resultado.
Indicadores
Apesar de medir a qualidade da banda larga, o programa disponibilizado pelas prestadoras, o Speedtest, não informa todos os indicadores previstos no Regulamento de Gestão da Qualidade. De acordo com as normas do Gipaq (Grupo de Implantação de Processos de Aferição da Qualidade), o software deveria fornecer data, hora e localização da medição, velocidade instantânea, latência bidirecional, variação de latência e taxa de perda de pacotes.
“O software recomendado pelas prestadoras de serviço não cumpre com todas as normas do Gipaq, pois não mostra o resultado da variação de latência, a média e a taxa de perda de pacotes”, revela Veridiana Alimonti, advogada do Idec.

3 comments

  1. Penso que essa medida seria desnecessária se a ANATEL fosse mais auditora nesse aspecto. Permitir que se venda o serviço sem a velocidade contratada, é o mesmo que comprar gato por lebre. Os fornecedores do serviço, fazem isso debaixo das barbas da ANATEL. Lamentável. Isso é uma………..VERGONHA (Boris)

  2. vergonha , contratei uma internet oi de 2 mega , fui medir hoje estava com uma velocidade de 0.14kbps nem 10% do valor contratado.

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