Quatro dicas importantes para aproveitar as férias com a garotada


Se você está programando fazer passeios com a garotada no período de férias escolares, fique atento às dicas que reunimos para evitar dor de cabeça na hora do lazer.

Parque de diversão

Um dos programas preferidos pelas crianças são os parques de diversões. Os responsáveis devem verificar as placas informando as características de cada brinquedo, pois muitos deles apresentam movimentos bastante radicais, com inúmeros giros, que podem causar tonturas e náuseas e outras reações nas crianças.

O mais indicado é, antes de permitir que seu filho use o brinquedo, observar outras pessoas utilizando-o. Assim, você poderá avaliar se ele é adequado ou não para seu filho. Caso a dúvida permaneça, opte por outro, mesmo que a criança insista.

Meia-entrada para crianças em cinemas e espetáculos

De acordo com o Procon-SP, não há uma legislação específica que determine o direito à meia entrada para crianças. Porém, baseado no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8069/1990), que considera criança a pessoa até 12 anos de idade incompletos, alguns cinemas cobram 50% do valor do ingresso para a faixa etária de 3 a 12 anos. Entretanto, o estabelecimento pode restringir a meia-entrada para estudantes. A mesma regra vale para os demais espetáculos, como circos ou teatros infantis, depende da produção de cada evento.

Classificação Indicativa de Filmes

As crianças (entre 3 e 15 anos) podem assistir filmes com classificação indicativa até 16 anos, desde que estejam acompanhadas de um responsável. Vale lembrar, que as pessoas que não forem representantes legais da criança devem ter mais de 18 anos e apresentar uma autorização, por escrito, do responsável legal, que ficará retida no cinema. Alguns estabelecimentos costumam disponibilizar o arquivo no site para ser impresso em casa.

Caso leve uma criança para ver um filme com indicação acima da idade que possui, é recomendável avaliar antes se o conteúdo está adequado à maturidade emocional e cognitiva do espectador.

Os filmes não recomendados para menores de 18 anos não poderão ser assistidos por menores, nem se estiverem acompanhados pelos responsáveis.

Consulte a classificação indicativa dos filmes que estão sendo exibidos.

Alimentos em cinema e outros eventos de lazer

O estabelecimento que vender produtos alimentícios, não poderá proibir a entrada de pessoas portando alimentos de outras lojas, já que, segundo o Art. 39 do Código de Defesa do Consumidor, este é um procedimento considerado abusivo.

Procon-SP orienta como a usar as redes sociais a seu favor


As redes sociais fazem parte do nosso dia a dia também nas relações de consumo. São propagandas, ofertas de todo o tipo, e também ótimas ferramentas para que o consumidor exponha o seu descontentamento em caso de problema com algum prestador de serviço ou produto. Mas antes postar uma queixa e “xingar muito no Twitter” é bom tomar cuidado, pois o reclamado pode sentir-se ofendido e o desabafo, além de não surtir efeito, pode trazer mais transtorno, como uma ação judicial, por exemplo. Por isso o Procon-SP dá algumas dicas, antes de postar o seu descontentamento:
Cuidado com a linguagem
Não deixe a raiva tomar conta de você no momento de postar sua queixa. Respire fundo e exponha o problema sem usar palavões e xingamentos. Evite afirmar que a empresa é desonesta ou age de má fé, mesmo se a sua publicação for feita apenas em sua página pessoal; lembre-se: rede social é um ambiente público e o que se posta pode ser visto e compartilhado.
Cerifique-se que a página é oficial
Caso queira entrar em contato com a empresa via redes sociais, o consumidor deve verificar se a empresa possui algum perfil ou página oficial para que a reclamação seja vista pela empresa.
Ao postar a reclamação dentro da página da empresa, não deixe de tirar um print da tela para comprovar o envio da mensagem. Também é possível mandar uma mensagem privada com mais detalhes sobre o ocorrido.
Fique atento aos seus dados
Tome muito cuidado com o fornecimento de dados pessoais e protocolos, evite informar números de documentos, endereço, telefone e dados bancários na página da empresa. As redes sociais são canais públicos e qualquer pessoa poderá ter acesso ao que foi postado. Fornecedores que se utilizam deste canal para atender queixas dos consumidores, normalmente, solicitam dados cadastrais via mensagens privadas; a partir deste contato, ela passa a ser responsável pela privacidade das informações prestadas.
Fonte: Procon-SP

Orientações do Inmetro sobre Recall de cadeiras plásticas monobloco Baemba, Dolfin e Bells


O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), no âmbito das ações de vigilância de mercado realizadas proativamente, realizou ensaios em amostras de cadeiras plásticas monobloco das marcas Baemba (modelo Poltrona Europa), Dolfin (modelo poltrona baixa) e Bells (modelo ametista) e encontrou irregularidades. Os ensaios identificaram a possibilidade de dobra e quebra das pernas traseiras da cadeira, com a consequente queda do usuário.

Recomenda-se a suspensão imediata do uso das cadeiras plásticas monobloco. O consumidor deve entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Cliente das empresas, conforme constam abaixo:

De acordo com a Dolfin, a campanha abrange 1.600 cadeiras plásticas monobloco, modelo poltrona baixa, com numeração de lotes 66758 e 66590, distribuídas no estado de São Paulo. Dolfin: (019) 3878-7050, ou pelo e-mail sac.dolfin@dolfin.com.br.

Segundo a Bells, a campanha atinge 1.110 cadeiras, modelo Ametista com numeração de lote OP 14088, todas as cadeiras comercializadas no estado do Paraná. Bells: (41) 3606-9115, ou pelo e-mail sac@bells.ind.br.

De acordo com a a Baemba, a campanha abrange 371 poltronas, com numeração de lote 150811051, distribuídas no Estado da Bahia. Baemba: (75) 4009 9500 ou pelos e-mails:contato@baemba.com.br e qualidade@baemba.com.br.

As falhas foram identificadas por meio do Programa de Verificação da Conformidade, programa esse que engloba o recolhimento de amostras de produtos no mercado sob os quais residam suspeitas de não conformidades e leva para análise em laboratório, a fim de verificar se cumprem com os requisitos de segurança exigidos na regulamentação vigente.

O Inmetro também monitora casos de acidentes de consumo no País por meio de relatos de consumidores ao Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo (Sinmac), bem como os recalls anunciados pelos principais regulamentadores estrangeiros e as notícias de acidentes publicadas pela imprensa nacional, informações importantes para dar foco às intervenções do Estado nas relações de consumo, por meio da adoção de diferentes medidas regulatórias como campanhas de conscientização e alertas ao consumidor, recalls, regulamentos técnicos e programas de avaliação da conformidade.

Panela de Pressão: Fique atento ao uso correto!


Desde 2009 todas as panelas de pressão comercializadas devem ter o Selo de Identificação de Conformidade do Inmetro. Visando aumentar a segurança do produto, em razão do alto número de relatos de acidentes, foram criados requisitos com o objetivo de reduzir os riscos oferecidos por esse tipo de panela. O selo, que é obrigatório em qualquer panela de pressão, indica que ela passou por testes e está adequada às normas técnicas brasileiras.

Entretanto, é importante o consumidor ficar alerta, pois para evitar qualquer tipo de acidente o uso de forma adequada também é de extrema relevância. Há cuidados indispensáveis que precisam ser tomados para evitar acidentes como a explosão da panela pressão que pode gerar prejuízos materiais e físicos às pessoas que estejam próximas.

Na hora da compra,  verifique se o utensílio tem o selo do Inmetro e só compre em lojas e depósitos reconhecidos. Evite comprar esse o produto em ambulantes, pois não há garantia de procedência.

No uso diário, o ideal é colocar os condimentos, temperos e verduras na panela após a utilização da pressão, diminuindo assim o risco de obstrução da válvula e, consequentemente, de acidentes.

Use sempre a proporção de água e o tempo de permanência no fogo indicados pelo fabricante no manual de instrução.

É recomendável  usar 65% da capacidade do utensílio, ou seja, se é um recipiente com capacidade de cinco litros, deve-se colocar um volume de apenas três litros.

Enquanto a panela estiver no fogo, é preciso observar se a válvula – aquela que chia – está funcionando normalmente, se está aliviando ou não a pressão. Se não estiver liberando pressão, provavelmente está obstruída e o alívio deverá ser feito mecanicamente.
Nunca abra a panela antes de verificar se está totalmente sem pressão. A válvula deve ser trocada a cada cinco anos e somente em representantes autorizados.

O posicionamento do cabo da panela também é um item de segurança. Ele deve estar sempre voltado para o interior do fogão e nunca para fora, evitando que, acidentalmente, a panela seja derrubada.

Após o uso da panela, os resíduos de gordura têm que ser removidos cuidadosamente da válvula de pressão para não ocorrer obstrução, no uso posterior. A borracha e a tampa devem ser lavadas separadamente. Com a borracha limpa, é recomendável observar se apresenta algum tipo de falha. A vida útil da borracha gira em torno de três meses no máximo, mas o ideal é inspecionar sempre esse item e caso apresente sinais de envelhecimento, mesmo antes desse tempo, providencie a troca.

 Fonte: Diário do Nordeste; Cartilha Casa Segura do Inmetro.

Viagem de férias? Suspenda o contrato de serviços de telecomunicações sem custo


banda-largafixaMeio ou fim de ano são épocas em que várias famílias aproveitam para viajar de férias. Durante esse período em que o telefone fixo, a banda larga, a TV por assinatura ou mesmo aparelhos móveis (celular ou tablet) costumam ficar sem uso,  o  consumidor pode solicitar a suspensão dos serviços.

Assim, você não pagará a mensalidade ou outras cobranças, nem pelo pedido de “ligar” ou “desligar” os serviços.  Mas para isso terá que cumprir os requisitos abaixo.

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  • A gratuidade só vale se a suspensão for de no mínimo 30 dias e de no máximo 120

dias.

  • O consumidor precisa estar em dia com as suas contas na prestadora, ou seja, adimplente.
  • A prestadora tem 24 horas para suspender o serviço após o pedido do consumidor.
  • Essa suspensão temporária pode ser solicitada uma vez a cada 12 meses.
  • O serviço deve ser reiniciado em até 24 horas após a solicitação do consumidor.
  • O pedido para retomar o serviço pode ser feito a qualquer momento.
  • O serviço só será restabelecido para o mesmo endereço ou aparelho móvel em que era prestado quando o consumidor solicitou a suspensão.
  • Lembre-se: a suspensão é temporária, se você não quiser mais o serviço, peça o cancelamento.

Fonte: Anatel