Inmetro analisa marcas de cervejas sem álcool para avaliar teor etílico


Amostras avaliadas tinham até 0,4% de concentração da substância:
voluntários que consumiram até 700ml passaram no teste do bafômetro

Cervejas sem álcool passam no bafômetro, afirma InmetroO Programa de Análise de Produtos do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) avaliou dez marcas de cervejas sem álcool comercializadas no país (seis nacionais e quatro importadas), visando verificar a concentração da substância química nos produtos, incluindo ainda um teste com consumidores deste tipo de cerveja e a utilização do etilômetro, popularmente chamado de bafômetro, para verificar se esse consumidor pode ser responsabilizado pelos critérios da Lei Seca, já que estas cervejas podem conter até 0,5% de teor alcoólico.

Para avaliar os efeitos do consumo moderado da cerveja sem álcool e em seguida dirigir, foram realizados testes do bafômetro, simulando uma Operação da Lei Seca. Para cada marca de cerveja foram selecionados quatro voluntários, entre homens e mulheres com perfis variados em relação ao consumo de álcool, com avaliação dos resultados 15 e 30 minutos após a ingestão.

“Todos os consumidores passaram no teste do etilômetro sem acusar nenhuma quantidade de álcool, permanecendo 0,0 mg/l em todos os sopros. Portanto, acerveja com até 0,5% de teor alcoólico pode ser anunciada como “sem álcool” e a ingestão moderada deste tipo de produto não provoca alteração no teste do bafômetro”, destacou Rose Maduro, responsável pela Análise.

O ensaio de teor alcoólico foi conduzido pelo Laboratório do Centro de Tecnologia SENAI/RJ Alimentos e Bebidas, localizado em Vassouras e o teste com consumidores e a utilização do etilômetro foi realizado pelo laboratório da Divisão de Fluidos e Físico-Química da Diretoria de Metrologia Legal do Inmetro.

Foram analisadas as seguintes marcas: Bavária (0,0%), Brahma (0,0%), Colônia (0,2%), Erdinger (0,4%), Estrella Galicia (0,0%), Itaipava (0,0%), Liber (0,0%), Paulaner (0,4%), Schin(0,0%) e Schneider Weisse Tap 3 (0,3%).

O relatório completo está disponível no site do Inmetro.

Fonte de Assessoria de Imprensa do  Inmetro.

Saiba como reduzir o risco de golpe ao navegar pela internet


crimeciberneticoDe acordo com o indicador Serasa Experian, só em maio deste ano foram registradas 161.102 tentativas de fraude contra o consumidor. Diante desse cenário, o Portal do Consumidor, baseado na Cartilha de Segurança para Internet do Cert.br, reuniu dicas importantes para evitar casos de ataques cibernéticos.

  •  Redobre a atenção ao realizar compras pela internet

 Os consumidores que buscam promoções na web devem ficar atentos aos golpes que estão circulando, um dos artifícios mais usados atualmente é a criação de sites falsos com preços de produtos abaixo da média do mercado, conseguindo atingir um grande número de vítimas que, após efetuarem o pagamento, não recebem os itens. Veja alguns cuidados ao utilizar o comércio eletrônico: 

  • Busque sempre opinião de amigos e familiares que já realizaram qualquer compra na loja virtual que está oferecendo o produto. Outra opção é procurar na internet opiniões de outros consumidores em sites especializados em tratar reclamações de clientes insatisfeitos com as lojas.
  • Faça uma pesquisa sobre o valor de mercado do produto. Se a oferta for muito inferior ao anunciado por outros sites, desconfie.
  • Antes de efetuar a compra, procure saber o endereço e o telefone do anunciante, ligue para o número de contato informado no site e busque na internet informações sobre o CNPJ da loja.

Mesmo após todos esses cuidados, caso caia nas armadilhas dos golpistas, procure o Procon mais próximo de sua residência.

  • Fique de olho ao utilizar redes Wi-Fi públicas 

Evite acessar redes de Wi-Fi desconhecidas, principalmente ao realizar compras online, transações bancária, ou até mesmo acessar suas redes sociais. Pode ser que softwares estejam monitorando e capturando todos os dados que transitam por essa rede aberta, tais como senhas, números de cartão de crédito entre outros. Para aumentar sua segurança:

  • Instale um antivírus para celulares.
  • Desative o acesso automático às redes sem fio, ativando-as apenas quando entender que é necessário utilizar.
  • Opte por atualizar seu aparelho apenas em uma rede Wi-Fi confiável, ou sua rede 3G.
  • Não abra e-mails duvidosos

Atualmente o e-mail é uma das principais ferramentas utilizadas pelos estelionatários para tentar aplicar golpes na web. Salientamos que os bancos jamais fazem atualização de dados enviando uma mensagem na por correio eletrônico ou pedindo por telefone. Por isso, qualquer correspondência virtual suspeita deve ser imediatamente removida, evitando que os criminosos consigam capturar indevidamente suas informações bancárias. Por isso:

  • Mantenha sempre atualizado o seu software de proteção e antivírus.
  • Tenha cuidado com e-mails suspeitos. Ao receber notificações de pagamentos, o indicado é entrar em contato com a empresa solicitante.
  • Desconfie de situações onde é necessário efetuar algum pagamento com a promessa de receber um valor maior.
  • Cuidado ao instalar aplicativos ou programas em seu celular

Uma boa maneira de evitar a instalação de apps maliciosos em seu smartphone é utilizar apenas as lojas oficiais de seu aparelho para efetuar o download.

Antes de realizar a instalação do aplicativo, faça uma análise de acordo com número de vezes ele já foi baixado, as qualificações recebidas e os comentários de pessoas que utilizam o serviço.

  • Cuidado para não pagar títulos fraudados

Um dos golpes que está crescendo no Brasil é o do boleto falso. Os estelionatários enviam um documento com os números do código de barras alterado, desviando o pagamento efetuado pelo consumidor para outra conta. Geralmente a pessoa só percebe o ocorrido após receber cartas de empresa de cobrança informando sobre o débito em aberto. 

Por isso, caso desconfie de um boleto:

  • Verifique se os três primeiros números correspondem ao código do banco emissor do documento. Consulte no site da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) cada um deles.
  • Veja se o beneficiado informado na tela corresponde ao fornecedor do produto ou serviço.
  • Se os números não forem iguais, o pagamento não deve ser feito, pois pode ser fraude.

 

Oito Passos para Evitar Problemas com Combustível


principais combustíveis como a gasolina, o Diesel, Etanol, carvão, Querosene, Metanol, Biodiesel, gás natural e Hidrogênio.

É cada vez mais comum o consumidor se deparar com notícias sobre a falta de qualidade dos combustíveis causada ou pela adulteração do produto ou pelo comércio ilegal.

Cabe esclarecer que a Agência Nacional de Petróleo – ANP determina as especificações que o combustível deve ter, porém, apesar da lei fixar o limite máximo de solvente e álcool a serem misturados na gasolina, muitos postos não respeitam os percentuais legais.

A gasolina adulterada representa prejuízo no bolso do consumidor. Assim, visando coibir essas irregularidades, a ANP mantém dois programas de monitoramento da conformidade da gasolina, do etanol, do óleo diesel e dos óleos lubrificantes comercializados nos postos revendedores do Brasil. São eles: Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis Líquidos (PMQC) e o Programa de Monitoramento dos Lubrificantes (PML). Além disso, a Agência Nacional de Petróleo – ANP divulga, mensalmente, a lista de postos revendedores de combustíveis flagrados em ações de fiscalização praticando a irregularidade conhecida como “bomba-baixa”.

Clique aqui para vê alista por Estado de distribuidoras autuadas e/ou interditadas por problemas de qualidade dos combustíveis.

Mas, apesar das ações da ANP, o consumidor deve tomar algumas medidas para evitar eventuais problemas. Sendo assim, listamos 08 dicas para evitar dor de cabeça.

1)      Combustível tem preços livres desde 2002.
A Lei do Petróleo não prevê qualquer tipo de tabelamento, valores máximos ou mínimos, nem autorização prévia da ANP para reajustes. Assim, recomendável é pesquisar antes de abastecer. A ANP faz uma pesquisa semanal de preços que pode ser consultada no site da instituição ou pelo celular.

2)      Preços devem ser iguais nos painel e na Bomba.

Preste atenção se o posto exibe os preços dos combustíveis bem visíveis em um painel. O preço do combustível no painel deve ser igual ao cobrado na bomba.

3)      Confira a origem do Combustível.

O posto deve informar claramente a origem de seus produtos. Os que não possuem distribuidora exclusiva (bandeira branca) têm que informar, em cada bomba abastecedora qual foi a distribuidora que forneceu o combustível.

4)      Veja se é comum ou aditivado.
Toda bomba abastecedora tem que deixar claro, bem destacado,  se o combustível fornecido ali é comum ou aditivado.

5)      O posto não pode:

  • Vender combustível com a condição de que o cliente compre outro combustível ou outro produto ou serviço. Isso é venda casada, proibida por lei;
  • Limitar a quantidade de combustível que vai vender a cada cliente;
  • Reter estoque de combustível, não atendendo aos pedidos dos consumidores.

6)   Bomba tem que ter o selo do Inmetro

Se você desconfiar da diferença entre a quantidade de combustível que você pagou e a que realmente foi posta no seu tanque, peça ao posto para testar a bomba na sua frente. Esse teste é chamado de Teste de Vazão, nele o posto deve utilizar uma medida padrão de 20 litros, certificada pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – Inmetro. A diferença máxima permitida é de 100 ml para mais ou para menos. Se for maior, entre em contato com a ANP.

7)      Se  suspeitar da qualidade da gasolina:

Peça ao posto para realizar, na hora, o Teste da Proveta, que mede a porcentagem de etanol misturado à gasolina. Para saber mais sobre esse teste clique aqui.

8)    Suspeita de irregularidade:
 Informe o ocorrido á ANP pela Internet (www.anp.gov.br/faleconosco)  ou pelo telefone 0800 970 – 0267 (ligação gratuita). Para registrar sua queixa, a ANP precisa de maior número de informações possível sobre o posto, como CNPJ, razão social, endereço, distribuidora. Por isso é importante a Nota fiscal.

9 dicas para quem vai comprar um imóvel na planta


Após uma década de expansão do crédito imobiliário no Brasil, 2015 começou com restrição ao crédito para financiar imóveis. Com as mudanças no financiamento de bancos públicos e privados, o sonho ter uma casa própria tem sido adiado por muitos consumidores.

Entretanto, na tentativa de evitar o desaquecimento do mercado imobiliário, construtoras vem facilitando às condições de pagamento para conquistar o comprador que deseja adquirir um imóvel na planta e têm lançado inúmeras promoções.

Além de ficar atento às promessas de facilidade, o consumidor deve tomar alguns. Sendo assim, listamos  09  itens que devem ser observados antes de fechar a compra.imóveis

1) Verifique a qualidade de construção de outros imóveis da mesma construtora. Não se esqueça de considerar se a infraestrutura do bairro escolhido é condizente com sua necessidade.

2) Observe na planta de edificação a exata localização da unidade pretendida – sua ventilação, incidência de luz, do sol, etc. No memorial descritivo, identifique a marca e a qualidade dos materiais e equipamentos a serem utilizados – elevador, azulejos, piso, metais, etc.

3) Anote tudo sobre as condições oferecidas: prazo para o início e o término da obra, valor da entrada, prestações intermediárias, índices e periodicidade de reajustes – que deve ser anual, caso o financiamento seja inferior a 36 meses, e mensal em contratos mais longos. Cabe ressaltar que, além dos juros, haverá correção por índice contratado, após a entrega das chaves. Se a obra for financiada por agente do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), o índice deverá estar identificado.

4)  Guarde todos os folhetos, prospectos e anúncios de jornais. O material publicitário também faz parte do contrato – conforme estabelece o artigo 30 do Código de Defesa do Consumidor (CDC).

5) Verifique se o projeto de incorporação está devidamente aprovado pela prefeitura e registrado no Cartório de Registro de Imóveis competente .

6) Procure saber quem são os profissionais responsáveis pelo empreendimento, inclusive solicitando informações sobre eles junto ao CREA (Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura).

7) Observe atentamente se o que consta nos prospectos e anúncios condiz com a planta aprovada pela prefeitura e com o memorial descritivo da edificação, registrados no Cartório Imobiliário competente.

8) Verifique se os valores apresentados estão atualizados para a data de assinatura do contrato. Observe a existência de multa por atraso na entrega do imóvel.

9) Leia-o atentamente o contrato e  não guarde dúvidas.  Se o vendedor não esclarecer suas questões procure um posto do atendimento do Procon mais próximo de sua residência.Na primeira página do Portal pode ser encontrada uma lista de Procons de todo o País.

Celulares lideram reclamações no Procon-SP


Celular lidera reclamações no Procon. Aparelhos da Sony tiveram um aumento de 773% em relação a 2014.
A Fundação Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, realizou um levantamento dos produtos mais reclamados por defeito entre os atendimentos realizados no primeiro semestre de 2015. De acordo com os dados, os aparelhos celulares lideram a lista de reclamações, ficando com o primeiro lugar, foram 2.709 reclamações, representando cerca de 30% do universo analisado e um aumento de 45% em relação ao mesmo período do ano anterior (2014).
Em segundo lugar – cerca de 15% das demandas – estão os produtos da linha branca, que abrangem fogão, micro-ondas, geladeira, máquinas de lavar e secar roupas, com 1.325. O terceiro lugar é ocupado pelo grupo dos computadores, notebooks, tablets e produtos de informática com 1.188 reclamações, 13% das demandas. Veja aqui os dados completos do levantamento.
Celulares
Os celulares da Sony estão entre os que apresentaram mais reclamações, 865 – um aumento de 773% em relação ao mesmo período de 2014, quando tiveram 99 queixas –, além de terem diminuído o índice de solução de 94% em 2014, para 69% em 2015. Em segundo lugar ficaram os aparelhos da Motorola com 535 reclamações, e índice de solução de 87%. Em terceiro lugar ficou a Samsung com 497 reclamações. Veja aqui os dados de 2014.
Linha Branca
Na linha branca quem lidera os números de reclamações é a Electrolux com 331 atendimentos, seguida do grupo Whirlpool / Brastemp / Consul com 308 e do grupo Mabe / GE / Dako / Continental com 202.
Produtos de informática
Entre os produtos de informática, o grupo Lenovo/CCE foi o novamente o que mais recebeu reclamações, com 322 atendimentos, porém com uma redução de 61% em relação à 2014 e um aumento no índice de solução de 61% para 80% em 2015. Em segundo lugar ficou a Positivo com 165 reclamações, com 65% de índice de solução, e em terceiro lugar a Dell com 74 reclamações e 80% de casos resolvidos.
Direitos do consumidor
Segundo o artigo 18 do Código de Defesa do Consumidor, os fornecedores são responsáveis pelos defeitos de qualidade ou quantidade dos produtos duráveis e não duráveis que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor. Assim como por defeitos causados pela disparidade com as indicações que constam na embalagem do produto ou mensagem publicitária, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza, podendo o consumidor exigir a substituição das partes defeituosas.
O Procon-SP alerta que, caso não tenha o problema sanado no prazo máximo de 30 dias, o consumidor poderá exigir da empresa, de acordo com a sua preferência, a substituição do produto por outro da mesma espécie e em perfeitas condições de uso, a restituição imediata da quantia paga – monetariamente atualizada – sem prejuízo de eventuais perdas e danos, ou o abatimento proporcional do preço.
Fundação Procon-SP
Assessoria de Comunicação